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Aulas de Ballet Clássico – Russo

Proposta

Este curso a escola oferece aulas de Ballet Clássico Russo, que são aulas de desenvolvimento do raciocínio e reflexos rápidos na execução dos exercícios. Desenvolvimento mais aprimorado da coordenação motora global e fina, da flexibilidade, resistência, velocidade dos movimentos e equilíbrio. Desenvolvimento da técnica em giros, saltos, adágios, baterias e trabalhos de ponta. Durante as aulas práticas haverá explicações teóricas para ampliar o entendimento amplo da dança como expressão artística.

Curiosidade

Originado do ballet francês e do italiano, principalmente de Petipa, Blasis e Cecchetti, teve inicio no começo do séc. XVIII.

Um ballet que assombrou o mundo com suas exigências técnicas aliadas a dotes físicos , temperamento do povo e a riquíssima tradição de danças populares.

Seus mais importantes mestres foram: Carlo Blasis, Landet Canziani, Didelot, Perrot, Saint-Léon e principalmente Marius Petipa, criador das imortais obras Quebra-Nozes (1892), com Cecchetti e Ivanov, O Lago dos Cisnes (1895), com Lev Ivanov, e A Bela Adormecida (1890) todos com música de Tchaikovski.

Petipa preparou uma constelação de bailarinos de talento, como Gorsky, Legat, Fokine, Preobrajenska, Kchessinska, Karsavina, Chernichova.

Pelas mãos de Enrico Cecchetti passaram Ana Pavlova, Mathilde Kchessinska, Olga Preobrajenska, Nicolas Legat, Lubov Egorova e Vaslaw Nijinski

A época imperial do ballet russo culmina com a figura impressionante de Sergei Diaghilev. Durante vinte anos, ajudado por alguns mecenas, maravilhou o mundo inteiro e revelou talentosos dançarinos, músicos, libretistas e cenógrafos, como Nijinski, Tamara Karsavina, Olga Spesivtzeva, Natalia Dubrovska.

Fokine revolucionou a coreografia e realizou os ideais de Noverre. Seu grande mérito foi o de intituir que o ballet não podia mais se constituir de números ou entradas, mas ter uma unidade de concepção, formada pela amálgama harmoniosa de três elementos – dança, música e artes plásticas. Fokine foi o criador do mais célebre bailado de Anna Pavlova – A Morte do cisne. Suas produções totalizam 68 bailados.

Nijinski o iniciador do ballet moderno. brilhou somente até os 29 anos de idade (quando enlouqueceu), com seus saltos aéreos, foi não somente o mais célebre bailarino de todos os tempos, como um coreógrafo inovador. Seu “Prélude a l’après-midi d’un faune” (“O repouso do Fauno” – 1912), com música de Debussy, “A Sagração da Primavera”, com partitura de Stravinski (1913), causaram sensação.

Na verdade, é esse o primeiro bailado moderno onde foram utilizados os métodos da eurritmia de Jaques-Dalcroze, gestos angulosos e retorcidos e os pés voltados para a frente e não para fora, como na escola acadêmica.

Diaghilev montou os bailados: As Sílfides, Cleópatra, O Espectro da Rosa, O Festim, O Pássaro de Fogo, Danças Polovitsianas, Scheherazade, Giselle, Camaval, Petruchka, Dáfnis e Cloé, O Galo de Ouro, La Boutique Fantastique, Jeux, Parade, Pavillon d’Armide, A Lenda de José, O Chapéu de Três Bicos.

Com a morte de Diaghilev (1929), René Blum assumiu a direção . Em Paris seu rival o coronel De Basil formava sua companhia .Em 1932, os dois grupos se uniram nos Ballets Russes de Monte Carlo. juntaram-se ao grupo alguns elementos novos, como Tamara Toumanova, Irina Baronova e Tatiana Riabochinska. Em 1935 cindiu-se com o nome de Ballets Russes du Colonel de Basil. Anos mais tarde se separaram formando o Original Ballet Russe e o International Ballet of the Marquis of Cuevas, sediada em New York , apresentaram algumas obras de valor perene, entre elas: O Tristan Fou, de Salvador Dalí, coreografia de Massine.

Entre os herdeiros de Diaghilev temos a bailarina de gênio, Anna Pavlova, que, a partir de 1913, excursionou com companhia própria.
Outros maîtres russos, radicados em Paris, tiveram também importante papel. Preobrajenska, Kchessinska, Egorova, Trefilova, Legat e Novikolf formavam grupos de jovens bailarinos. Novas obras nasceram, então: Presséflos, Choreartium, Francesca da Rimini, Sinfonia fantástica (música de Berlioz) e outras.

Uma das estrelas do Coronel de Basil, no setor da dança moderna, foi Nina Verchinina, que em fins da década de 1970 ainda lecionava no Brasil.

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